(trans)incitar, cruzar fronteiras
dissolver os pés na água do mar
pegar de vento à sombra das horas
(palavras intermináveis coladas umas às outras)
propor novos deslocamentos
com ombros estáveis, com mãos disponíveis
sob o ângulo dos remotos incontroláveis
(pistas para longos descaminhos)
desestruturar o uniforme
conter o quase-vazio diante de si mesmo
respirar o contato mútuo das retinas
Lindo poema, nossa, muito bom! Está faltando isto, brincar e inovar com as palavras. Elas existem para isso: para que possamos transgredí-las, sem contudo machucá-las.
ResponderExcluirBeijos.
Raimundo Poeta
fique à vontade, puxe o banquinho.
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